Quem sou eu

Eu sou eu, meus eus e os seus.

sábado, 6 de março de 2010

MULHER



       Enquanto houver mulheres alegres ou tristes, belas ou feias, falante ou calada, acomodado ou guerreira, fluindo e influindo de amor, a humanidade pode ter alguma esperança.
          E, em nosso porta- retrato não encontramos a mulher produzida da fotografia.
          Seu rosto traz traços que só o amadurecimento faz compreendê- la.
          Seus cabelos normais ou brancos são capazes de transmitir a persistência pela sobrevivência.
          Seus seios belos ou seios flácidos, obviamente, sequências de diversas gestações, para não dizer mudanças biológicas devido a idade, demonstram que a maternidade (quando opção) é uma das passagens da menina, moça, mulher no Planeta Terra.
          Mulher, camponesa, urbana, intelectual, analfabeta, poetisa, benzedeira, presa e liberta... reteza na certeza com a beleza no arco- íris, a arte de Deus no espaço cósmico.
          Mulher, a sua voz interior ou intuição, iluminada pela mãe branca de rara beleza, com vestidos longos e vaporosos, de cores claras e suaves assemelhando- se as nuvens, nos transmite a ternura, a prosperidade, a esperança e fluindo uma energia de amor e sabedoria.
          Mulher, tu és a fonte de luz, energia e sabedoria!






4 comentários:

Marjorie disse...

Todos os dias são nossos. 8 de março é apenas pretexto!

beijinhos

Fábio Zen e Débora disse...

Eunísia,desde o inicio quando resolvi criar esse conto,no afã de quem escreve e encontra uma boa história,que aliás está indo para a quarta parte,fiquei com a sensação de que não conduzi tudo como era para ser.Não entrei em maiores detalhes,não conferi no Arquivo Municipal,como estava escrito aqui no teu blog,e nem perguntei se ficarias chateada de eu romancear algo que descobri aqui,embora seja de domínio público.Errei de novo na primeira postagem e logo corrigi ,colocando la no Oficina a fonte,no caso o teu blog.No blog do Kieffer pedi para ele conferir a minha produção, e se ele fosse lá, oq ue duvido muito,por tabela chegaria ao teu,pois o nome do meuseuseseus está lá.Bueno,no mais te digo que há uma briga de egos com um agente potencializador no meio da escrita santoangelense.Eu não quero fazer parte disso e tenho certeza que tu também não.Inclusive para minha felicidade,ontem fui convidado a participar de uma coletênea de contos de uma editora paulista(contos policiais)Só te falo isso por que já faz algum tempo que venho sentindo uma pressão desconfortável movida
por motivo que desconheço,ou se conheço,prefiro ignorar,pois são atitudes pequenas.No mais te peço desculpas por conduzir mal essa situação e que apague esse comentário.Abrç!

Eunísia disse...

Fábio, sou uma pessoa que divulgo e tenho a maior torcida pelo pessoal aqui da nossa terra missioneira. Tenho a certeza que continuarei divulgando aos cantos do mundo o que criamos e produzimos, pois estamos em rede. Ser fiel ao pai ou mãe do criador eis a questão. Não sou eu que vou julgar. O que importa mesmo que neste mundo de meus Deus espaço para todos existem, aqui, ali, além e acolá.

Vá em frente com propostas novas de trabalho e eu continuarei visualizando seu belíssimo trabalho.
Atenciosamente,
Eunísia
Obs: não consegui deletar seu comentário, pois o meu blog não possui o controle dos comentários ele é livre. Agradeço se vc deletar seu comentário.

Fábio Zen e Débora disse...

Não esperava outro parecer de uma pessoa como você,com um trabalho consolidado justamente na área do resgate da historicidade.Inclusive esse pequeno mal entendido me fez buscar informações sobre o caso e qual minha grande surpresa?Testemunhas ainda vivas e que lembram com detalhes de toda a história,inclusive com nomes,situações e datas.Abrç!